Monday, August 28, 2006

 

Ei! Pessoal do RSS, tem alguem me lendo?

Pessoal que está me lendo no RSS. Este feed RSS é antigo, não está mais sendo atualizado a um tempão. O feed novo fica em http://feeds.feedburner.com/Tellesfera e o site novo em http://www.tellesfera.com.

bye

Monday, May 22, 2006

 

Casa Nova!!!

tellEsfera agora de casa nova.
http://www.tellesfera.com/

agora com trackback e aos poucos mais um monte de coisa!

camilo

Sunday, May 21, 2006

 

Neutralidade no uso da internet

Uma imagem vale mais que mil palavras.

O pessoal do Skype conta com a neutralidade no uso da Internet para sobreviver e usa a imensa base de usuários deles como "massa de manobra" para exercer pressão. Olhe este trecho da reportagem abaixo, esta discussão não é somente nos EUA, já aconteceu aqui:

Skype's battleplan is simple. If their user base is large enough,
companies will think twice about tampering with Skype traffic. When
Brazil's biggest telecom pulled the plug on Skype, the outcry in the
country was big enough that the decision was soon reversed. Bilefield
said, "The community has the power to change things."


Matéria sobre o Skype aqui.
Para saber mais sobre o assunto, existe esta discussão no Wikipedia




Saturday, May 20, 2006

 

Terra em Transe

Terra em Transe

 

Amazon.com por dentro

Jim Gray entrevista Werner Vogels CTO da Amazon.com para a ACM Queue. Discussão interessante sobre como funciona a arquitetura da Amazon. No passado um sistema monolítico e hoje um sistema completamente distribuído baseado em SOA (Service Oriented Arquitecture). Uma requisição a uma página na Amazon dispara em média 100 requisiões para serviços internos. Ao final ele realiza alguns comentários sobre interação indústria-academia. Conclusão? "get real"

Sobre a migração para uma arquitetura baseada em serviços:

"It has been a major learning experience, but we have now reached a point where it has become one of our main strategic advantages. We can now build very complex applications out of primitive services that are by themselves relatively simple. We can scale our operation independently, maintain unparalleled system availability, and introduce new services quickly without the need for massive reconfiguration."

Sobre a utilização dos serviços da Amazon por terceiros:

"
We don't really mind. We see Amazon.com as part of the larger Internet ecosystem, and we want to stimulate innovation wherever possible."

Interação com a academia:

"
JG You spent time at universities. What do you think about what they're doing now?

WV Different groups at Amazon interact with academia. Often a service needs to develop new revolutionary technology from scratch, and they will look at who in the research world worked on these topics before and who can help out.

As an example, at the infrastructure level we are building several systems that are a synthesis of some of the very exciting decentralized computing work that has rocked the operating systems and distributed systems world in the past few years. But we are finding that much of the academic technology is just not complete enough to be applied in real-life systems, as incomplete assumptions were often made. "

"JG Can people in academia help Amazon? What would you say about the current university situation?

WV I realize that it's hard in academia to do research at the scale of operation that Amazon requires. So we don't look to academia to solve those challenges for us. We're building data sets here at Amazon, however, to provide to academics so that we can get interactions going on some of the issues where they can contribute."

"really urge students to take at least one internship in a nonresearch environment, so that they can start to understand what it means to be effective inventors and how to develop technologies that can be used to build production systems. Doing your research at a research lab is certainly fascinating, but I find that the students who have come to Amazon for an internship find it extremely gratifying to be in the loop of building something real."

"building production-style distributed services requires a whole set of different skills that you will never encounter in a lab. These are skills your professor can't teach you because he or she never worked outside the lab either. If you really want to learn about building complex robust distributed services, an internship at Amazon will definitely give you that."


Vai lá!

 

Eu quero quem não me quer :(

Não, não é um post sentimental, o mundo do venture capital é também composto por humanos. Como disse o Fred no post dele "It's human nature to want what you can't have and to not want what you can have." e como disse o gênio Groucho Marx "PLEASE ACCEPT MY RESIGNATION. I DON'T WANT TO BELONG TO ANY CLUB THAT WILL ACCEPT ME AS A MEMBER"
Olhem isso:
"If you don't want the investor's money, they will want to invest even more."

Thursday, May 18, 2006

 

Se ganha dinheiro com livro?

O pessoal da 37Signals que eu comentei anteriormente lançou um livro com a filosofia de trabalho da empresa. Fizeram US$ 175.000 até agora.

vai lá

Tuesday, May 16, 2006

 

Microsoft vai as compras.

A Microsoft realizou um evento chamado VC Summit. Ele é voltada a comunidade de Venture Capital nos EUA.
Conclusão do evento? A Microsoft está comprando e muito. Nos últimos 12 meses foram 22 empresas gastando quase US$ 1 bilhão. O Balmmer falou que nunca o pipeline de análise de compras dele esteve tão grande. Eles procuram empresas que possam ser compradas entre 50M até 200M.
Steve Balmmer indicou as seguintes áreas como de maior foco.
E quais são as razões da Microsoft comprar uma empresa?
E para finalizar, as empresas que a Microsoft comprou nos últimos 12 meses, elas estão categorizadas por grupo de produto que adquiriu. A decisão de compra passa por um grupo de produto que é responsável pelo negócio de um produto específico.

Leia mais aqui, aqui, aqui (veja o caso da mc donalds), aqui, aqui e aqui

Monday, May 15, 2006

 

Google oferece bolsas para mulheres estudantes de computação

o Google vai oferecer bolsas de US$ 2.500,00 para mulheres estudantes de computação participarem do Grace Hopper Celebration of Women in Computing Conference em

São Diego, Califórnia, de 4 a 7 de outubro de 2006.

Os principais critérios para participar são:

Vai lá!
https://ssl.linklings.net/conferences/ghc2006/



Saturday, May 06, 2006

 

O pessoal do DARPA chutou o pau da barraca....

Em 2004 o DARPA (Defense Advanced Research Projecs Agency) criou o projeto Grand Challenge. Neste desafio um carro completamente autônomo deveria dirigir 144 milhas em percuso fora e dentro da estrada, com o caminho livre de outros carros, em um deserto nos EUA, sem passar por áreas urbanas.
O prêmio era de US$ 1 milhão. Uma fração do que muitas equipes investiram para participar do projeto.
O resultado do primeiro ano, não foi muito animador. O carro que mais avançou andou 7,4 milhas. Menos que 10% do percurso total. O principal resultado foi a experiência adquirida pelas equipes e o choque da realidade.
No segundo ano (2005) , o cenário mudou completamente. 5 equipes conseguiram chegar na reta final. A universidade de Stanford, chegou em primeiro lugar com 8 horas e 14 minutos. Foi considerado um feito histórico na robótica.
Mas agora o pessoal chutou o pau da barraca, o Grand Challenge 2006 vai ser a simulação de uma missão militar de suprimento em uma área urbana. Os carros devem completar um trecho de 60 milhas em menos de seis horas, obedecendo regras de trânsito, entrando e saindo de vias principais com outros carros trafegando, passando por rotatórias e evitando obstáculos.
Veja que esta tecnologia tem forte aplicação militar na linha de suprimento. Todo este esforço é por uma decisão do congresso dos EUA que 1/3 dos seus veículos militares sejam autônomos até 2015. Isso é geração de demanda qualificada.

 

Quanto você precisa para iniciar um negócio?

Paul Graham do Y Combinator acha que é muito pouco. Nesta iniciativa, ele investe em médio US$ 6.000,00 por fundador. Não existe plano de negócio, ele espera que você preencha um formulário e se a sua idéia for aceita, você recebe o dinheiro, com o objetivo de obter uma prova de conceito. Com esta prova de conceito na mão, ele mesmo pode colocar mais dinheiro ou te ajudar a achar outros investidores. Perceba o foco na capacidade de execução, ele espera que os fundadores consigam realizar alguma coisa neste tempo para apostar mais dinheiro na empresa.

Dá uma olhada no site dele, é uma idéia interessante, no Brasil poderia ser feito com muito menos, pois o US$ 6.000,00 é para a realidade americana (veja a razão deste valor no FAQ).
Lá também tem uma biblioteca com bons textos e links para quem deseja iniciar um negócio.
Finalmente, toda vez que você agradecer pelo o seu sistema anti-spam, baseado em filtro Bayseano, se lembre do Paul Graham também.

P.S. Já tinha comentado do Paul Graham anteriormente no blog, quem me lembrou de comentar esta iniciativa foi o Jônatas neste comentário.

Tuesday, May 02, 2006

 

Parabéns Surak

(19:38:19) Seveas: Ok, 3 down! Congratz Surak

 

Geografia é Irrelevante (Parte 8)

A Gforce, empresa que fornece ferramentas de colaboração, desenvolvimento integradas com um CVS ou Subversion não tem escritório físico. O dono trabalha de sua casa na área rural de Madison/EUA.
'Virtual man' chooses Internet over office

Monday, May 01, 2006

 

Participe você também!

Eu apoio a greve de fome de Garotinho!

http://www.kibeloco.blogspot.com/2006_04_30_kibeloco_archive.html#114646667793180024



Sunday, April 30, 2006

 

Startup School

Ontem (29/Abril) aconteceu o Startup School 2006 na Universidade de Stanford. É um evento interessante, pega um monte de gente bala do mundo de empreendedorismo americano e VC. Rola sempre uma petição para chamar o Wozniak. Acho que o startup school está na 3 edição.
Um bando de boas almas fez um wiki coletivo com o resumo das apresentações. É interessante ver como anda a cabeça deste pessoal pós .com crash e no meio da Web 2.0.
Especial atenção a apresentação da Ann Winblad. Ela é sócia de um dos primeiros VC´s dedicado a software nos EUA que foi criado em 1989.
Site do startup school
Wiki coletivo

Friday, April 28, 2006

 

Matéria da The Economist sobre You Tube

Se a futura TV Digital brasileira permitisse um monte de canais, um fenômeno
semelhante ao descrito nesta matéria poderia existir. Depois o mercado iria regular a qualidade do conteúdo ofertado. Como o modelo japonês vai limitar a distribuição, vamos ficar no mesmo lugar que estamos hoje.

"This emerging clip culture is also a supply-side phenomenon. Only
10% of the clips on YouTube are from film-industry “professionals”,
says Mr Chen. About 80% come from rank amateurs, and another 10% from
“dedicated amateurs”, such as young comedians hoping to use internet
celebrity as a way into a career."

Minha opinião? As novas gerações vão consumir cada vez mais conteúdo audiovisual via YouTube e companhia. Se as redes de TV estavam com medo da pulverização da audiência, e concorrência com novos meios de distribuição, não existe o que elas possam fazer. A caixa de pandora já foi aberta.

E tem mais, uma garota fez um vídeo no YouTube descrevendo a separação dela. O vídeo usava vários recursos visuais. As pessoas perguntaram como ela tinha conseguido fazer o efeito e ela respondeu que era de uma câmera da Logitech. As vendas desta câmera dispararam logo depois na Amazon.

O pessoal do YouTube ainda tem uma interrogação de como financiar o site em um próximo nível. Eles consideram o Youtube um site da geração ADD (Atention Deficit Disorder), o que traz alguns problemas para a mídia tradicional.

Vai lá

http://www.economist.com/business/displaystory.cfm?story_id=E1_GRGPGTG

 

DIY in the enterprise

"The good news is that this new age of DIY in the Enterprise is not going away
and is only getting stronger everyday.  This also means the creation of many
more disruptive enterprise software opportunities in the next 5 years."


Ed Sim do BeyondVC. Concordo 100% com ele. Da mesma forma que o PC e a planilha de cálculo subverteram a ordem dos mainframes, talvez estejamos vendo um novo movimento baseado em serviços da Web 2.0 e do SaaS (Software as a Service). Como foi escrito no post abaixo. Uma das razões do SaaS é se livrar do pessoal de TI da empresa. Olha como o Ed Sim coloca:

"While some of these next generation apps may not scale, there is clearly
something that centralized IT can learn from the edge, their frustrated internal
customer,
that things can get done more quickly and more cheaply. "

É a história se repetindo? Na primeira versão dela a vencedora foi a Microsoft. E agora?

http://www.beyondvc.com/2006/04/web_as_platform.html

Thursday, April 27, 2006

 

Como deixar o google earth ainda melhor?

Compre uma empresa com um software de modelagem 3D, transforma a versão básica dele em gratuita e deixa qualquer pessoa fazer os modelos que podem ser automaticamente integrados com o Google Earth.
Assim tem gente que já fez o Taj Mahal, Rose Bowl, entre outros.
Alguem com dons artisticos pode fazer o Corcovado, Elevador Lacerda, etc?



Wednesday, April 26, 2006

 

Wallop / Microsoft Research / Microsoft IP Ventures

Já tem um bom tempo que a Microsoft criou um braço de pesquisa e desenvolvimento com um monte de nomes interessantes como Jim Gray, Rick Szeliski, Eric Horvitz, Gordon Bell, Christopher Bishop entre 700 pesquisadores.
O que aconteceu de novo? A Microsoft percebeu que não tem condições de absorver tudo que é gerado por este pessoal e abriu uma área de transferencia das tecnologias. Muito do que é gerado dentro do braço de P&D, não se encaixa no negócio da Microsoft. E este movimento já deu um pequeno fruto que é o Wallop, mais um site de relacionamento, com uma diferença, é baseado em um trabalho da MS Research e a tecnologia foi licenciada para uma pequena startup com 12 pessoas.
A quantidade de negócios e empresas que foi derivado de áreas de pesquisa como a da Bell Labs e da Xerox Parc não são pequenas (GUI, ethernet, semicondutores, impressoras a laser, etc). Talvez este seja o início de um mesmo movimento tendo como base a MS.
Recomendo dar uma olhada na lista de tecnologias disponíveis. Tem muita coisa interessante por lá.

Sunday, April 23, 2006

 

Sinal vermelho nos EUA e a gente???

Olhem este post, o autor questiona a quantidade de gente formada em engenharia nos EUA que está declinando enquanto que nos países como Índia, China Taiwan entre outros está crescendo. Em outro texto o presidente do comitê de aconselhamento em ciência e tecnologia do presidente dos EUA, coloca esta questão como um possível calcanhar de aquiles para a economia e a competitividade dos EUA e diagnostíca a origem do problema na formação do K12 nos EUA. O K12 abrange a educação de 4 até 18 anos.
Neste PDF, utilizando os mesmos dados, existe uma série de proposições para melhorias destes números. Uma delas é avaliar e aumentar a remuneração dos melhores professores do K12 nos EUA para até US$ 140.000/ano.
Se eles acham que estão com problemas, imagina o nosso lado...


 

De que adianta ser open source se não colabora???

Eu sempre comentei isso, especialmente com o Kiko Qual a razão de se ter tão poucos programadores open source no Brasil? Fragilidade na formação? Barreira da lingua?

Outro ponto que eu sempre me batia, especialmente com as pessoas que trabalham com open source, são defensoras ardorosas do open source e são ligadas a computação. Qual a contribuição em código que elas fazem? Já removeram algum bug? Já implementaram alguma coisa nova?

Quando este pessoal pega uma distro Linux e instala na máquina de alguem, se repete a mesma relação consumidor/produtor que existe entre o usuário leigo e a MS. Com um agravante. Teoricamente este cara de computação que é um simples usuário do open source sem se preocupar com o entendimento do código fonte e a melhoria dele, muitas vezes está na mesma situação do cara que tem uma biblioteca a disposição em casa e prefere ficar passivamente vendo TV. Ele pode mudar o nível dele de entendimento, contribuir de forma efetiva e não o faz. Prefere ficar como usuário e propagando para o mundo que usa open source e suas benesses como a clássica, que qualquer pessoa pode modificar o código, apesar dele mesmo nunca ter feito.

Dito isso encontrei este texto. O texto já abre de forma enfática: "Open source software and development can push governments of developing nations ahead in the world, but only if they participate as producers of the technology themselves" Alguns pontos. 70% a 80% do uso de open source está em países em desenvolvimento, porém somente 2% das comunidades de desenvolvedores vem destes países. Em outro trecho do texto você encontra a declaração "We're trying to train people so they can become producers, not just consumers."

O texto levanta a possibilidade de alguns diagnósticos para a baixa participação no mundo open source dos programadores dos países em desenvolvimento. Um deles é falta de tempo, pois o pessoal tem que trabalhar muito mais para se manter e o outro ponto é a falta de educação.
Minha experiência própria. Na hora que os desenvolvedores são expostos ao bons projetos do mundo open source, automaticamente o nível dele como profissional aumenta de uma forma significativa. Nestes projetos ele tem a chance de conviver com desenvolvedores dos principais centros de referência do mundo com pessoas oriundas de faculdades top 50 em computação. Isso muda o nível do jogo para o desenvolvedor e muitas vezes a forma dele encarar o mundo.




Friday, April 21, 2006

 

The Economist sobre SaaS (Software as a Service)

Na The Economist desta semana tem uma matéria sobre SaaS. Fala da tendência clara do setor estar caminhando para este modelo , mas também fala que é um negócio ainda pequeno em relação ao tamanho da indústria. Ele estima que a previsão de vendas para 2010 de todo o setor de SaaS é igual a um trimestre de vendas da MS hoje. Isso não impede do cara da Salesforce , principal proponente do modelo SaaS, estar extremamente feliz com a sua empresa. Hoje a Salesforce tem como clientes desde de pequenas e médias até uma Cisco e Merrill Lynch.

Segundo a revista, os usuários mais frequentes do SaaS são pequenas e médias empresas que não precisam manter toda uma infraestrutura de computação para rodar o software na empresa. Uma coisa importante para se pensar no mercado brasileiro, a The Economist comenta sobre pequenas e médias empresas do ponto de vista global, tenho quase toda certeza que medindo as empresas brasileiras com esta mesma escala, 99% delas são abaixo de médias, ou seja, o mercado brasileiro pode ser um prato cheio para o SaaS.

Finalmente, em uma pesquisa do Yankee Group aparece que a primeira razão para se migrar para o SaaS é que ele é mais barato de rodar com 24% das respostas. O que eu achei engraçado é que "não precisar conversar com o pessoal de TI da empresa" está com 7%. Temos que melhorar o endomarketing :)

Va lá

http://www.economist.com/business/displaystory.cfm?story_id=E1_GRPRGDG

Wednesday, April 19, 2006

 

Trabalhando na Microsoft

Eu tenho uns três amigos que trabalham ou trabalharam na sede da Microsoft. Todos eles são unânimes em afirmar que a MS é um dos melhores ambientes de trabalho pelo qual eles já passaram.
Toda a estrutura da empresa existe para que o programador faça o que ele faz melhor. Programar. Para isso a estrutura inteira da empresa gravita em volta, se o computador dele quebrar, alguem vai trocar, se precisa de um livro, pede via intranet na biblioteca e deixam na tua porta, etc etc etc.
Eles sabem que o negócio deles é transformar dinheiro em código via os programadores e por causa disso eles são o principal ativo da empresa. São os desenvolvedores que o Steve Ballmer já falou "creates that fucking great piece of code". Quando ele disse que a empresa era focada nos desenvolvedores, ele não estava brincando.
E não é muito difícil, já ouvi falar que eles simplesmente fazem tudo exatamente como o que está escrito no livro Peopleware do DeMarco. Eu acho surpreendente como este livro não é comentado aqui no Brasil, assim como não tem uma tradução. Aliás, tem uma série de livros que eu fico surpreendido que não são comentados e nem traduzidos. Code Complete ou Rapid Development são alguns exemplos do McConnell.
Vejam estes posts sobre o assunto. Todos falam sobre o ambiente, uma análise mais completa mostrando os prós e contras e outra falando somente da futura mudança dos escritórios.

Friday, April 14, 2006

 

Google Summer of Code (Geografia é Irrelevante)

Aberto o Summer of Code 2006 do Google. Neste programa o Google financia estudantes do mundo inteiro a participarem de projetos open source. As instituições que coordenam os projetos open source se inscrevem no programa do Google e submetem idéias que elas gostariam de ver implementadas. Estas instituições são chamadas de organizações mentoras.
Os estudantes escolhem uma das idéias disponíveis e submetem um projeto, caso o projeto seja aceito pela organização mentora e o google, o estudante recebe automaticamente US$ 500,00.
No meio do projeto, caso a organização mentora esteja satisfeita com o progresso, o estudante recebe mais US$ 2.000,00.
Ao final do projeto o estudante recebe os US$ 2.000,00 restantes.
Fiquem de olho nos prazos. Até primeiro de maio as mentoras devem submeter todas as idéias, já existem algumas cadastradas no site. Até 8 de maio os estudantes devem submeter todas as propostas.
Ano passado foram financiados 400 estudantes do mundo inteiro.

O site está em

http://code.google.com/soc/

Thursday, April 13, 2006

 

Geografia é Irrelevante (Parte 7) / Patente em Software

Ori Allon é (ou era) um estudante de doutorado na universidade de New South Wales na Austrália. Desenvolveu em 6 meses, um algoritmo que extrai dos textos os segmentos mais relevantes relacionados com determinadas palavras chaves. Em resumo. Daqui a alguns meses na hora que você pesquisar no Google (eles compraram a tecnologia), não será necessário clicar em todos os resultados para descobrir a página que você quer. Com o algoritmo do Ori Allon, os trechos mais relevantes vão estar na própria página do Google, economizando tempo e melhorando a experiência com o usuário. Além disso o algoritmo dele sugere outras palavras chaves relacionadas que podem te ajudar a refinar a sua pesquisa.

Dois pontos aqui. Primeiro. Este é um exemplo que de um caso de propriedade intelectual em software, o Ori Allon fez um trabalho relevante, não uma besteira patenteável e deve ser BEM remunerado por isso. Inclusive, a universidade dele o ajudou no registro e comercialização da patente e vai receber dinheiro por ela, ajudando a universidade e futuros estudantes. Veja o press release da universidade.

Segundo ponto. O cara estava na Austrália. Geografia é irrelevante...

 

Google Calendar

Foi lançado hoje o Google Calendar. Para mim somente falta uma opção offline destes serviços. Se eu pudesse sincronizar com um cliente de email e calendário no meu desktop/notebook, eu já tinha migrado todos os meus dados. Inclusive pagava por isso.

Os caras já tem Email e Calendário. Isso é o que 90% das pequenas empresas usam para colaboração. Já existe um serviço de email para universidades que você utiliza a estrutura do gmail com o seu domínio. Acho que rapidamente eles vão lançar algo neste sentido para empresas. Como fica um exchange ou um groupwise neste cenário?

 

Totvs comprou a RM Sistemas

Totvs comprou a RM Sistemas

Isso pode assustar mas é bom. Podemos estar vendo a criação de uma empresa de software nacional com capacidade de concorrência no exterior.
As outras empresas brasileiras vão ter que se especializar, nichos específicos ou produtos complementares. Concorrência direta e simples vai ser mais complicado.

Monday, April 10, 2006

 

Sobre patentes em software

Excelente texto do Paul Graham sobre patentes em software. Eu acho que deve existir alguma forma de propriedade intelectual na área de software. Se o nome desta forma de proteção é patente ou não, não me importa.
Eu imagino um cara que trabalhe 10 anos em um determinado algoritmo e depois não possa usufruir do trabalho dele. Eu não acho isso justo. O problema de patente é que o governo deixa patentear um monte de besteira, eles não entendem deste negócio. O processo de registro de software no INPI, por exemplo, é hilário. O Paul Graham coloca da seguinte forma no texto dele:
We, as hackers, know the USPTO is letting people patent the knives and forks of our world. The problem is, the USPTO are not hackers. They're probably good at judging new inventions for casting steel or grinding lenses, but they don't understand software yet.

Eu não tenho idéia de como resolver este problema, mas eu acho que deve ser discutido. É interessante lembrar que o padrão IBM PC somente existe por uma falha dos advogados da IBM. Eles acreditaram que publicando o código fonte da BIOS estariam protegidos pela lei de copyright, sem contar a utilização de técnicas como clean room engineering.
Dá uma olhada no texto, é longo, mas é interessante.

http://www.paulgraham.com/softwarepatents.html

Sunday, April 09, 2006

 

Geografia é irrelevante (Parte 6)

Mais um caso. Outro amigo meu. O mesmo do post sobre carnaval abaixo. Marcelo Toledo é um contribuidor de open source de longa data. Ele tem código contribuido para o emacs (ele programa em lisp), erc, gnus, ion, alguns applets window maker, xstep, mythtv.
Um dos pontos principais de discussão da comunidade open source é IRC, um sistema de bate papo via texto. E a contribuição de código é um testemunho da qualidade do trabalho do cidadão.
Resumo da opera. Ele é amigo de um cara de São Paulo que conheceu via IRC. Este cara indicou-o para uma oportunidade de uma empresa americana na cidade de NY. Para esta empresa ele desenvolveu para ASP, PHP, JSP e Perl, a partir de Salvador.
Ele trabalhava por projeto, combinava um prazo e registrava o número de horas trabalhadas. Ele entregava o projeto e a companhia acumulava o crédito. Quando ele queria, a empresa fazia uma operação de câmbio e depositava na conta dele. O tempo entre ele solicitar o crédito e o dinheiro cair na conta dele era de 7 dias em média.
Hoje também por causa do IRC, Marcelo trabalha na maior operadora hotspot Wifi da America Latina.


Saturday, April 08, 2006

 

Geografia é irrelevante (Parte 5)

Esta é para quem gosta de open source. Bounties são ofertas em dinheiro para colaborar em projetos open source. Várias instituições ou pessoas físicas fazem estas ofertas para acelerar o desenvolvimento em alguma direção.
Nas listas que eu vi existem bounties de US$ 50,00 até de US$ 4.500,00.
Gosta de open source? Dá uma olhada nestas listas:

Opensource Experts
Ubuntu Launchpad
Gnome

O Google todo ano faz um projeto chamado Google Code - Summer of Code. Oferece dinheiro para vários projetos open source. Este ano deve acontecer entre junho e setembro. Para ver o que aconteceu ano passaso, acesse a página deles.

 

Geografia é Irrelevante (Parte 4)

Rainer Brockerhoff é um amigo meu de Belo Horizonte. Ele vende software para Macintosh. Macintosh tem aproximadamente 3.5% do market share (implicito pelas estatísticas de browsers na rede) do mercado de micros. Se o Rainer pensasse somente em Belo Horizonte ele estava quebrado. Ele vende o software para o mundo inteiro, utilizando a internet na divulgação e distribuição. Posso garantir que ele está bastante feliz com isso. Vai lá no site e checa você mesmo.

 

Geografia é irrelevante (parte 3)

Continuando a série Geografia é irrelevante. Está sem o que fazer? Quer procurar alguma coisa interessante e ganhar uma grana? Dá uma olhada em www.rentacoder.com.
Este site junta a oferta de serviços de desenvolvimento com o pessoal que quer trabalhar. Na última vez que eu dei uma olhada neste site, existiam 2.023 ofertas. Tinha coisas como fazer um trigger em SQL, um sistema de pesquisa com taxonomia utilizando webservices, escrever um artigo sobre C++ com STL ou fazer um software conversor de uma série de arquivos textos para Access.
Você faz uma oferta de preço pelo serviço, se ganhar, executa e o rent a coder funciona como arbitrador. O contratante entrega o dinheiro para a rent a coder e você entrega o código. Quando estiver tudo ok, o dinheiro é transferido para você.
A transferência pode ser via Pay Pal ou um cheque que eles mandam.
Precisando de uma grana? Passa lá.

Monday, April 03, 2006

 

Venture Capital em empresas de serviço de software

No livro do Cusumano tem uma conclusão interessante sobre Venture Capital e empresas de serviço de software.

É um beijo da morte.

Estas empresas tendem a inchar, sem que a receita recorrente acompanhe o headcount. No momento que o dinheiro do VC acaba, a empresa fica com o caixa negativo e depois quebra. Normalmente elas crescem as despesas, por causa da disponibilidade de caixa oferecido pelo VC, de formas variadas sem uma correspondência das receitas. A forma de aumento das receitas são as mais variadas e muitas vezes perdulárias.

Situação diferente de uma empresa de produto ou híbrida em que o dinheiro do VC é utilizado na construção do produto. Neste caso é um investimento em um ativo que depois será vendido de forma recorrente. Ou este ativo ajudará a vender mais serviço (para o caso das híbridas).

Sunday, April 02, 2006

 

Microsoft x Bill Gates

Sempre admirei a Microsoft como empresa. Não acho que os produtos dela sejam ruins e admiro os posicionamentos de mercado e estratégicos que ela vem tomando nos últimos anos. Concordo plenamente com Merrill R. Chapman quando no seu livro diz que a Microsoft foi a única empresa no setor que não tomou nenhuma decisão estratégica comprometedora nos últimos 20 anos.

Minhas críticas se situam nos momentos em que ela atua monopolisticadamente no mercado, isso é muito complicado.

Porém nunca vi um ataque pessoal tão direcionado ao Bill Gates quanto nesta matéria do Cringely. O relato sobre billg nesta matéria é extremamente complicado.

Saturday, April 01, 2006

 

Um modelo para P&D cooperativo entre competidores

Acabei de ler o paper que mencionei no post abaixo.
A Model of Cooperative R&D Among Competitors.
O Cusumano neste paper cria um modelo de P&D cooperativo baseado em teoria dos jogos. Depois realiza uma série de análises e chega a algumas proposições baseadas neste modelo.
Ele realiza algumas considerações empiricas observando o P&D cooperativo no Japão e nos Estados Unidos. Ele comenta o sucesso constante do P&D cooperativo no Japão voltado a pesquisa aplicada. Analisando os dados que ele apresenta no paper, você chega a outra conclusão: É mais fácil fazer P&D cooperativo em hardware do que em software. A minha conclusão em relação a esta observação está relacionado com a condição de apropriação do resultado do P&D em hardware que é maior que software.
Ele considera, neste paper, que o resultado da pesquisa resulta na diminuição do custo de produção para as empresas participantes do projeto de pesquisa e que somente existe um vencedor neste processo. Ou uma firma realizando o P&D individualmente, ou um conjunto de firmas realizando o P&D cooperado.
Algumas das proposições são:

1) Mantendo as outras variáveis constantes, uma companhia vai preferir cooperar em uma pesquisa no qual a complementariedade de habilidades e recursos entre os parceiros seja alta.
2) Mantendo as outras variáveis constantes, companhias vão preferir cooperar se o custo do P&D for alto.
3) Mantendo as outras variáveis constantes, quanto menor a participação de uma companhia no custo total do projeto de P&D, maior a probabilidade de ele cooperar na pesquisa.
3.1) Quanto maior o subsidio governamental em um projeto de P&D, maior a probabilidade de cooperação.
4) Quanto maior a participação da companhia no retorno de royalties, maior a probabilidade de cooperação.
5) Caso a contribuição da firma no projeto seja maior que a média dos seus pares, quanto menor o custo financeiro da participação, maior a probabilidade da participação.
6) Mantendo as outras variáveis constantes, uma companhia sempre vai preferir parceiros menores.
7) Na falta de uma complementariedade significtiva de habilidades e recursos, companhias irão preferir cooperar em áreas de pesquisa em que os benefícios esperados sejam pequenos ou que a tecnologia seja menos apropriável (pesquisa básica). No caso das complementariedades sejam significativas, as companhias preferirão trabalhar em áreas em que o benefício sejam altos ou altamente apropriáveis(pesquisa aplicada). (considero que o caso de tecnologia menos apropriável seja aplicável a software/os casos de sucesso de pesquisa cooperada no japão, quase sempre se baseiam em pesquisas aplicadas)
8) Considerando que a participação individual das companhias aumente de forma significativa a probabilidade de sucesso do P&D e se a maioria ou todas as companhias participarem do projeto cooperativo, é possível que elas desejem retardar o processo de inovação no caso de indústrias com demandas inelásticas. Na prática isso já ocorreu em 69 quando o departamento de justiça americano proibiu a colaboração das 4 maiores fabricantes de automóvel de desenvolverem conjuntamente equipamentos para redução de controle de poluentes. A proibição decorreu do medo do departamento de justiça que estas empresas retardassem deliberadamente a introdução desta inovação.

 

Tradeoffs na resolução de bugs

Neste post do blog do Raymond é descrita uma situação de incompatibilidade entre o Windows Vista e o SAMBA. Existe um bug no Samba para um caso de requisição específica.
O interessante é que ele descreve uma série de possíveis soluções como paliativos do problema. A solução definitiva está em atualizar a versão do Samba. Cada uma das soluções paliativas tem prós e contras. É um clássico problema de tradeoff. Existem escolhas excludentes em cada uma das soluções e cabe ao desenvolvedor, no caso ele, definir qual o critério que deseja maximizar.

Ele está pedindo sugestões, passa lá e dê a sua opinião.

Monday, March 27, 2006

 

Geografia é irrelevante (parte 2)

Comentando mais um ponto sobre a geografia é irrelevante. A empresa 37signals que eu comentei no post sobre Time2Market é mais um caso.
Olha este post no blog deles. Os softwares da empresa foram desenvolvidos na Dinamarca. Parte da equipe de desenvolvimento está em Utah. Outra parte está em Chigago e Nova York. A infraestrutura de desenvolvimento que eles chama Rails e é open source está sendo desenvolvida com gente na alemanha, canadá, austria e eua.

 

Geografia é irrelevante

Com a disponibilidade cada vez maior de meios de comunicação baratos, a geografia se torna cada vez mais irrelevante.
Um amigo meu de colégio (Igor) participa de uma lista de discussão sobre Palm. Conheceu na lista um funcionário da IBM. O funcionário informou a Igor a existência de algumas vagas para developers na IBM. As vagas estavam abertas para Campinas.
Igor disse que morava em Salvador e que não podia se mudar para Campinas. O cara da IBM informou da possibilidade de home office.
Igor passou por 4 entrevistas por telefone , duas com o pessoal no Brasil e duas em inglês com o pessoal de Endicott (NY).
Foi aprovado, passou 20 dias em Hortolândia tomando treinamento, recebendo equipamento e fechando a burocracia.
Hoje ele está em Salvador, ganhando mais que o dobro do que ganhava anteriormente, trabalhando para a IBM em um projeto para a IBM-USA. Isso sem contar que ele trabalha em casa mais concentrado, sem interrupções constantes (multitasking is bad for you), sem piadinhas, fofocas coorporativas, com uma melhora significativa na qualidade de vida. Consegue parar no meio da tarde para pedalar, correr e depois voltar ao trabalho.
Geografia é irrelevante. O pessoal busca talento em qualquer lugar do mundo. Bem vindo ao O MUNDO É PLANO.

Friday, March 24, 2006

 

The bussiness of software / Michael Cusumano

Acabei de ler um livro "The bussiness of software" do Michael Cusumano. Um dos melhores livros que já li explicando o que este negócio chamado software, logo no início ele faz um resumo da razão de software ser diferente das outras indústrias:
E procurando por mais referência do autor acabei achando um paper de 90 que vale a pena ser lido. A Model for Cooperative R&D Among Competitors.

O cara tem track record.

Sunday, March 19, 2006

 

carnaval em salvador

meu amigo marcelo toledo, hacker de primeira, fez um carnaval howto.
ficou muito bom.
http://www.marcelotoledo.org/stuff/artigos/carnaval_em_salvador/carnaval_em_salvador.html

Saturday, March 18, 2006

 

time2market

Existem os mastodontes da era pré internética. ibm, microsoft entre outros.
Existe um monte de gente nova que utiliza a velocidade ao seu favor. São empresas grandes e pequenas . Time2market é cada vez mais um fator de sucesso.
Na ultima businessweek tem uma boa matéria sobre a velocidade que as coisas estão acontecendo. Uma das empresas listadas é a 37signals. Novinha começou em 2003. Já tem 400k usuários. Foco em produtos baseados em web extremamente simplificados. Gerenciamento de projetos, chat para negócios, organização pessoal, colaboração. Lançaram um livro explicando a filosofia dos projetos deles ( US$ 19,00 ). Os projetos duram 3 meses e meio em média. Tem 6 funcionários.

http://www.businessweek.com/magazine/content/06_13/b3977001.htm

Na ultima SXSW este foi um dos tópicos quentes como discutido no blog Rands in Response. Craiglist é outra dessas e que está desafiando um monte de classificados nos EUA tem 19 pessoas.

http://www.randsinrepose.com/archives/2006/03/17/sxsw_best_of_show.html

No livro do Martin Campbell Kelly, "From airline reservations to sonic hedgehog" na página 309 ele comenta da inabilidade do pessoal na Inglaterra perceber a mudança provocada pela computação pessoal. O governo pediu um estudo para o UK´s Advisory Council of Applied Researc and Development e no resultado não foi mencionado que billg já ia para o seu segundo bilhão e que eles deveriam olhar para aquele movimento da computação pessoal com cuidado. Ficaram focados em mainframes e outras coisas anos 60. 5 anos depois deste relatório 5 das 10 maiores empresas britânicas de software tinham sido compradas ou tinham quebrado.

Tem um novo movimento ocorrendo? Pequenas empresas podem fazer diferença? Geografia é relevante? a 37signals com 6 pessoas poderia estar no Brasil?

 

Arquitetura de software

Vale muito olhar esta ferramenta. É baseada em algumas pesquisas do MIT e o CEO da empresa tem um track record interessante, com duas empresas de sucesso já vendidas.

http://www.lattix.com/

Com ela você consegue entender melhor a arquitetura do seu código, visualizando falhas de coesão, camadas, referências circulares entre outros. Um tema muito interessante em um mundo que o software está cada vez mais complexo.



Monday, March 13, 2006

 

Que interface é esta mermão???

http://www.live.com/?x=6 />

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