Friday, April 28, 2006

 

Matéria da The Economist sobre You Tube

Se a futura TV Digital brasileira permitisse um monte de canais, um fenômeno
semelhante ao descrito nesta matéria poderia existir. Depois o mercado iria regular a qualidade do conteúdo ofertado. Como o modelo japonês vai limitar a distribuição, vamos ficar no mesmo lugar que estamos hoje.

"This emerging clip culture is also a supply-side phenomenon. Only
10% of the clips on YouTube are from film-industry “professionals”,
says Mr Chen. About 80% come from rank amateurs, and another 10% from
“dedicated amateurs”, such as young comedians hoping to use internet
celebrity as a way into a career."

Minha opinião? As novas gerações vão consumir cada vez mais conteúdo audiovisual via YouTube e companhia. Se as redes de TV estavam com medo da pulverização da audiência, e concorrência com novos meios de distribuição, não existe o que elas possam fazer. A caixa de pandora já foi aberta.

E tem mais, uma garota fez um vídeo no YouTube descrevendo a separação dela. O vídeo usava vários recursos visuais. As pessoas perguntaram como ela tinha conseguido fazer o efeito e ela respondeu que era de uma câmera da Logitech. As vendas desta câmera dispararam logo depois na Amazon.

O pessoal do YouTube ainda tem uma interrogação de como financiar o site em um próximo nível. Eles consideram o Youtube um site da geração ADD (Atention Deficit Disorder), o que traz alguns problemas para a mídia tradicional.

Vai lá

http://www.economist.com/business/displaystory.cfm?story_id=E1_GRGPGTG

Comments:
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Você poderia emprestar sua senha ou copiar o artigo pra o povo poder ler? :)

Igor aBreu
 
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